O próximo post dará início a dois jornais sobre cinema. Um chamar-se-á O INACTUAL, o outro, claro, O ACTUAL. Referir-se-á este último aos filmes que se encontram em exibição no momento da sua escrita, e o outro aos que se exibem continuamente na minha cinemateca imaginária.
O que eu acho incrível é esta possibilidade lúdica de poder fazer um jornal por dá cá aquela palha, sem custos, onde eu sou director, redactor, gráfico e vendedor, e onde ocupo a posição de único censor.
Dizem os reformados do Restelo que a blogosfera é sinónimo de irresponsabilidade. Ora, é em coisas como esta (nem de editoras precisamos) que se vê quem sabe o que fazer com a liberdade. Também aqui se gere a diversidade do Homem.
Eu diria que, para o indivíduo da era internet, há três coisas que ele não pode deixar de fazer: conceber um blogue, plantar um blogue, escrever um blogue. Porque os princípios só se tornam patentes no verbo. Na acção.
O que eu acho incrível é esta possibilidade lúdica de poder fazer um jornal por dá cá aquela palha, sem custos, onde eu sou director, redactor, gráfico e vendedor, e onde ocupo a posição de único censor.
Dizem os reformados do Restelo que a blogosfera é sinónimo de irresponsabilidade. Ora, é em coisas como esta (nem de editoras precisamos) que se vê quem sabe o que fazer com a liberdade. Também aqui se gere a diversidade do Homem.
Eu diria que, para o indivíduo da era internet, há três coisas que ele não pode deixar de fazer: conceber um blogue, plantar um blogue, escrever um blogue. Porque os princípios só se tornam patentes no verbo. Na acção.
