Não tenho grande imaginação para produzir conceitos. Se escrevo ensaios, é para combater o delírio cultural. Nesse aspeto sinto-me próximo da sensibilidade de um autor como Luis Buñuel, que filmava contra o obscurantismo (mas com muito mais piada, claro).
Mesmo assim os poemas parecem-me sempre mais verdadeiros do que os ensaios.
(Na verdade, o corpo essencial do meu ensaísmo é o exercício independente da leitura)
(Na verdade, o corpo essencial do meu ensaísmo é o exercício independente da leitura)
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