sexta-feira, agosto 30, 2013

Percurso do método

Não tenho grande imaginação para produzir conceitos. Se escrevo ensaios, é para combater o delírio cultural. Nesse aspeto sinto-me próximo da sensibilidade de um autor como Luis Buñuel, que filmava contra o obscurantismo (mas com muito mais piada, claro).

Mesmo assim os poemas parecem-me sempre mais verdadeiros do que os ensaios.


(Na verdade, o corpo essencial do meu ensaísmo é o exercício independente da leitura)

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