quarta-feira, junho 19, 2013

O meu contributo para a história da bissexualidade

Gosto do purismo linguístico, daquelas pessoas que nunca conjugarão o verbo "haver" quando ele não estiver a ser usado como auxiliar, e que nunca se esquecerão de unir a preposição "de" ao verbo "gostar".

Gosto também dos erros quotidianos da linguagem, da impureza das gírias e dos calões, dos colóquios juvenis, dos disparates de palmatória, de toda essa força vital que pega nos latins estafados e deles retira variações vulgares e sublimes.

Tanto o nobre como o rebelde podem ser sensuais. Depende de quem habita o hábito.


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