Domingo. No café que costumo frequentar, à beira de minha casa, o empregado que só trabalha em dias inúteis costuma brindar cada cliente que abandona o estabelecimento com um triunfante: "Boa semana!" (o subtexto, que por vezes lhe escapa, é: "Boa semaninha de trabalho!").
E fá-lo com uma tal bonomia, com uma tão grande e pacífica aceitação das regras da vida, que me leva a decidir que é para este tipo de pessoas que não escrevo.
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