quinta-feira, outubro 11, 2012

Partilha 143

(scarface)


Dado o teor da minha relação com a camélia, decidi colher as outras flores em despedida de solteiro. Poderia ter pousado cinco euros no soutien de cada estigma )(, mas preferi dar nomes de nós a essas espécies de efemeridade. À garança chamar cadeirinha de bombeiro, não pelo recamo sedentário mas por aflição do vermelho. O talictro, doravante volta de fiador, ficar seguro por um fio de mero cálice. Nó de trança ser sinónimo de capuchinha.
Quanto ao rasto, se as cordas elétricas com que a camélia se moldou poderiam fazer soar um alarme ininterrupto, a verdade é que a natureza está submetida a uma lei de "don't ask! don't tell!". Mas eu não. Nesse teu rosto doravante postulado pela memória de esplendores na relva, eu canto a liberdade de gravata, a liberdade cega, orográfica, árvore que agora sou para atrasar a tua queda.

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