quarta-feira, abril 11, 2012

Nota "Ordet"

Gosto muito do filme "A palavra". Muito mesmo. Cada vez mais.

Ainda que seja um agnóstico fervoroso. Pelo menos a um nível negativo (e figurado), a obra funciona na perfeição: se, no nosso uso quotidiano da palavra, decretarmos que um determinado ser está morto, o mais certo é que ele acabe por morrer.

(Não falarei de fé em ressurreições profanas, pois tenho medo de que me internem num asilo: nos tempos que não correm, ninguém fica seguro quando reivindica um sopro de vida)

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