No fundo, o que eu tentei dizer nos últimos dois posts é que devemos accionar o critério da transcendência para construirmos as nossas classificações. Na pintura, a passagem da figuração à abstracção parece-me ser uma evolução dentro da imanência do próprio objecto-quadro. Já o poema que vale por si (que é ele próprio uma forma de palavra-em-música) e aqueloutro que só se torna poema por intervenção de algo que lhe é estranho, a composição musical (se bem que essa avaliação está sujeita a alguma subjectividade crítica), esses estão separados por um salto de transcendência.
3 comentários:
Pedro,
Gostaria do seu e-mail para lhe enviar o rascunho do meu livro. Ficaria lisonjeado caso viesse a ler. Não poupe críticas.
Abraços,
Rafa
Olá Rafa,
Eu é que teria imenso gosto em ler, desde que prometas mandar às urtigas alguma crítica que, por vaidade imbecil, eu possa fazer.
cabodaboatormenta@gmail.com (é também o meu e-mail pessoal)
Abraço,
Pedro
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