segunda-feira, agosto 23, 2010

Conclusão

No fundo, o que eu tentei dizer nos últimos dois posts é que devemos accionar o critério da transcendência para construirmos as nossas classificações. Na pintura, a passagem da figuração à abstracção parece-me ser uma evolução dentro da imanência do próprio objecto-quadro. Já o poema que vale por si (que é ele próprio uma forma de palavra-em-música) e aqueloutro que só se torna poema por intervenção de algo que lhe é estranho, a composição musical (se bem que essa avaliação está sujeita a alguma subjectividade crítica), esses estão separados por um salto de transcendência.

3 comentários:

rafael Costa disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
rafael Costa disse...

Pedro,

Gostaria do seu e-mail para lhe enviar o rascunho do meu livro. Ficaria lisonjeado caso viesse a ler. Não poupe críticas.

Abraços,

Rafa

Pedro Ludgero disse...

Olá Rafa,

Eu é que teria imenso gosto em ler, desde que prometas mandar às urtigas alguma crítica que, por vaidade imbecil, eu possa fazer.

cabodaboatormenta@gmail.com (é também o meu e-mail pessoal)

Abraço,
Pedro