sábado, junho 27, 2009

Vertumno

"(...) Além de ter
de existir, uma pessoa tem de pagar todos os meses a existência."


Iosif Brodskii

1 comentário:

Diogo disse...

Pedroludgero: «Acho um pouco suspeita toda esta vontade de "revisionismo" aplicada especificamente ao Holocausto. Haverá assim tanta vontade de "questionar" os outros milhares de eventos da História?»

Diogo: Toda esta "vontade" de revisionismo em relação ao Holocausto judeu deve-se a vários factores. Um deles é o de ser o único «facto» histórico que é proibido investigar por lei. Há muitos revisionistas presos tanto na Alemanha, como na Áustria, em França e noutros países. A História é, hoje, exclusivamente sobre este acontecimento, decidida nos tribunais?


Pedroludgero: «Quando alguém me apresentar provas irrefutáveis de que o Holocausto não se passou como hoje o entendemos, eu passarei a seguir esse ensinamento científico. Até aí, não pretendo seguir especulações indiferentes ao coeficiente de sofrimento (à tragédia) que esteve em causa nesse momento da História.

Diogo: Há muita mentira na «História do Holocausto. Deixo-lhe um exemplo:

O campo de concentração de Bergen-Belsen tal como é descrito no site judaico-americano - Jewish Virtual Library:

«As condições no campo [de Bergen-Belsen] eram boas atendendo aos padrões dos campos de concentração e a maioria dos prisioneiros não era sujeita a trabalhos forçados. Porém, no começo da primavera de 1944 a situação deteriorou-se rapidamente. Em Março, Belsen foi renomeado um Ehrholungslager [Campo de Convalescença], para onde os prisioneiros de outros campos de concentração, demasiado doentes para trabalhar, eram trazidos, embora nenhum recebesse tratamento médico.»

«À medida que o Exército alemão retirava em face do avanço Aliado, os campos de concentração foram evacuados e os prisioneiros enviados para Belsen. As instalações do campo não podiam acomodar a súbita afluência de milhares de prisioneiros e os serviços - comida, água e sanitários – desmoronaram-se, levando à eclosão de doenças. Anne Frank e a irmã, Margot, morreram de tifo em Março de 1945, assim como outros prisioneiros numa epidemia de tifo.»


Entretanto, o site Deutsche Welle - World descreve desta forma o campo de concentração de Auschwitz:

«Auschwitz foi o maior e mais terrível campo de extermínio do regime de Hitler. Nas suas câmaras de gás e crematórios, foram mortas pelo menos um milhão de pessoas. No auge do Holocausto, em 1944, eram assassinadas seis mil pessoas por dia. Auschwitz tornou-se sinónimo do genocídio contra os judeus, ciganos e outros tantos grupos perseguidos pelos nazis.»

«À chegada ao campo de concentração, um médico e um comandante perguntavam a idade e o estado de saúde dos prisioneiros que chegavam, contou Anita Lasker, uma das sobreviventes. Depois disso, as pessoas eram encaminhadas para a esquerda ou para a direita, ou seja, para o campo ou directamente para o crematório. Quem alegasse qualquer problema estava, na realidade, assinando a sua sentença de morte.»


Em suma, enquanto o campo de concentração de Auschwitz se afadigava no extermínio do maior número possível de judeus, o campo de concentração de Bergen-Belsen recebia prisioneiros demasiado doentes para trabalhar, de forma a poderem restabelecer a saúde.

Não há algo de bizarro em tudo isto? Que lhe parece. Consulte os links para confirmar.

Abraço