terça-feira, junho 16, 2009

O eleitor

Há quem diga que, mais do que propriamente votarmos em partidos cuja infinidade de rostos quase sempre desconhecemos, deveríamos votar directamente em deputados com os quais poderíamos estabelecer uma relação de participação cívica. Não sei se é boa ou má ideia.

Sei que, pela primeira vez votei num partido (o Bloco de Esquerda) para tentar eleger uma pessoa que intelectualmente admiro (o historiador Rui Tavares). E não é que o elegi?

Nos próximos actos eleitorais, terei de decidir entre o desenho e a brancura.

1 comentário:

Diogo disse...

Melhor que isso é a democracia directa ou semi-directa. Não votamos em representantes (que normalmente estão a soldo não se sabe de quem). Votamos, via Internet, numa medida concreta. O avanço exponencial da informática e das telecomunicações já permite isso.