quinta-feira, agosto 21, 2008

Descobrimentos

Encontrei, no Centro de Arte Contemporânea da Gulbenkian, a obra do brasileiro Waltércio Caldas. E devo dizer que foi uma revelação. Aliás, tenho sido mais surpreendido pela escultura recente (Tony Cragg, Gego, Rui Chafes, Ângelo de Sousa) do que pela pintura ou todo o séquito de contemporaneidades.

Pareceu-me uma obra determinada pelo sono. Não pelo sonho (o autor, aliás, manifestou numa entrevista algum desagrado face aos surrealismos superficiais), mas pelo sono. No espaço chamado Quarto Azul, posso confessar que senti mesmo a embriaguez de uma libertadora modorra.

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