terça-feira, janeiro 15, 2008

Labore et constantia

Nos últimos anos, Portugal foi bafejado pelo aumento de cidadania que sempre resulta da edição (com base em traduções cuidadas) dos grandes clássicos da literatura mundial. Já cá canta o "Quixote" e o "Crime e Castigo", é preciso reler o Homero, espalhados pela casa andam o "Kalevala", as "Metamorfoses" ou o "Orlando Furioso" a pedirem que os folheiem. Fantástico.

Agora falta fazer um esforço semelhante em relação à actualidade da poesia, que (à excepção dos escritores-vedetas) nos chega a conta-gotas ou de modo marginal, mas que é essencial matéria para enriquecer escreventes e legentes no seu colóquio sem tempo e com tempo.

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