segunda-feira, abril 30, 2007

Uma questão de validade

Neste blogue, o autor confessa a um dado momento que nunca entendeu a poesia do mar. Ora, é precisamente isso que confere validade à poesia. As suas evidências não são impostas por uma autoridade qualquer, mas dependem de um conjunto de acasos, alegrias, sofrimentos, revelações, caprichos, teimosias, sei lá mais o quê, tudo aquilo que não pode ser previsto e torna todos os homens mestiços.

É por Paulo Kellerman não entender a poesia do mar, que eu me sinto legitimado a entendê-la.

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