segunda-feira, novembro 27, 2006

À procura (à oferta)

Enquanto observador de pintura, só me interessa o cubismo que mantém forte relação com a figuração. O pintor trata a PARTE com o rigor da racionalidade (o átomo, a célula), e monta-a no TODO seguindo o capricho da imaginação (os corpos, as paisagens). É, no fundo, o segredo da criatividade divina.
No cinema, faz-se normalmente o contrário.

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