terça-feira, outubro 17, 2006

Confissão 9



Só aprecio o preto-e-branco imperfeito do cinema antigo e frágil (quando ser a-duas-cores era mais condição do que ambição). Hoje, o preto-e-branco de alto teor tecnológico, sumptuoso, virtuoso, controladíssimo, impede-me de sonhar.

(“Sunrise”, “The man who wasn’t there”)

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