Concebo a política como a reivindicação permanente da felicidade.
A palavra-chave é reivindicação. A felicidade, uma das dimensões mais transitórias com que temos de nos confrontar, é apenas uma palavra-mestra.
Por isso, defendo que continuemos a cantar "Guantanamera" (canção inócua que todos ouvíamos nos discos de vinil dos nossos avós), NÃO COMO QUEM ESQUECE, mas COMO QUEM SOBREVIVE.
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