segunda-feira, setembro 18, 2006

A oitava e meia arte

Dizem-me que é preciso escolher entre Vida e Criação. Estas palavras não precisam de maiúsculas, mas quem mas diz, pronuncia-as assim. Parece que, afinal, a Vida tem um conteúdo perfeitamente identificável.
Viver é ter o coração a bater, o oxigénio a circular, e os neurónios a comandar estas pacíficas tropas. Podemos, isso sim, falar de modos de viver. Aí já temos matéria para um debate.
Quanto a mim, penso que criar é a melhor maneira de viver.
O grande vivente, aliás, é tão-somente aquele que consegue trazer um significado à vida.
A utopia de Buster Keaton (a arte do enquadramento).

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